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Set 12



Depois da traição de Lancelote e Guinevere, tanto a posição como a determinação de Artur se encontram fragilizadas. E, cientes de que os saxões voltarão a atacar na Primavera, todos os que o rodeiam sabem que é bem provável que estejam condenados. A melhor das suas esperanças, ainda que ténue, está na invocação que Merlim prepara em Mai Dun, na qual os tesouros da Bretanha supostamente trarão os deuses de volta. Mas o ritual exige um sacrifício, um que Artur e os seus não estão dispostos a permitir. E, quando tudo termina sem que os deuses se manifestem, todos ficam a saber que apenas os homens combaterão os Saxões, e Artur conquistou uma nova inimiga. Mesmo assim, as batalhas têm de ser travadas... até à última esperança.
Rico em intrigas em enganos, feito tanto de conspirações na sombra como do triunfo das grandes batalhas, Excalibur apresenta a mesma complexidade dos livros anteriores, a mesma riqueza em pormenores e a envolvência e o fascínio de uma história que mistura tensão, acção e emoção no percurso de um conjunto de homens que, representando um povo, vivem tanto (...)

Para seguir no blogue As Leituras do Corvo.

publicado por saidaemergencia às 15:29

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