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Jul 12



Revelada a verdade sobre a ligação entre as bruxas e os Fae, e ante a ameaça que pende não só sobre as bruxas, mas sobre a liberdade de todas as mulheres, seria de esperar que, ainda que apenas pelo seu próprio bem, os Fae tomassem a iniciativa de as proteger. Mas não é isso que acontece e o Bardo e a Musa estão sozinhos na sua demanda por uma forma de impedir que os massacres se voltem a repetir por toda Sylvalan. Ainda assim, é possível que a sua jornada não seja vã e, enquanto o seu caminho os leva a humilhações e dificuldades, há clãs no oeste que não esqueceram as suas origens e que estão atentos. E, aí, talvez seja possível encontrar o auxílio de que precisam para preservar as bruxas, não apenas para que mantenham viva a ligação a Tir Alainn, mas pelo que são e pelo direito que têm a ser protegidas.
Neste livro, como nos outros desta autora, há algo de fascinante na forma como as histórias pessoais das múltiplas personagens se unem num todo maior, sem que, em algum momento, se (...)

Para seguir no blogue As Leituras do Corvo

publicado por saidaemergencia às 10:28

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