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Fev 12

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O primeiro livro de Acácia prometia uma boa continuação. Com um mundo interessante, muito devido à escravidão que sustenta todo o poder económico dos povos, e uma boa diversidade étnica/cultural, Durham apresentara algumas personagens que me conseguiram prender e esperar por este livro, porque a verdade é que ficara a necessidade de perceber o que poderia esta saga dar-nos afinal. Poderia este livro agarrar-me definitivamente à saga?
A verdade é que esta continuação não é uma obra-prima, mas foi uma surpresa muito positiva. Com aspectos que gostei bastante, e um ou dois que nem tanto, a verdade é que este livro consegue ser muito melhor do que o anterior (na versão original trata-se apenas de um livro).

O grande trunfo deste livro é o seu ritmo. A partir do momento que o agarrei, e agora que estava mais familiarizado com o mundo, não o consegui largar. Rápido, cheio de acção, acelera e acelera, como uma bola de leve a rolar numa montanha. O livro torna-se de tal forma rápido que por vezes gostava que fosse mais lento para conseguir "apreciar uma paisagem", mas a verdade é que Durham continua a escrever a sua história sem parar, e eu não consegui parar de ler.
As personagens são mais desenvolvidas do que no livro anterior, o que ajuda a uma aproximação entre o leitor e o enredo, mas este "aprofundar" não é igual a todas as personagens, e senti que conhecia perfeitamente algumas personagens enquanto outras continuavam algo distantes, como se ainda não conseguisse conhecer a sua personalidade. Tal facto torna-se mais evidente quando percebemos que algumas personagens, teoricamente secundárias, são muito mais aprofundadas do (...)


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publicado por saidaemergencia às 09:53

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