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Jan 12

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Dez anos sozinho no Subescuro tiveram consequências para o equilíbrio mental de Drizzt Do'Urden. Dividido entre os princípios que o levaram a deixar Menzoberranzan, o interminável silêncio da quase absoluta solidão e a necessidade de lutar pela sobrevivência contra as criaturas que percorrem os túneis fizeram da consciência de Drizzt um lugar ambíguo: por um lado, o temível caçador que age guiado pelo instinto, por outro o elfo negro que, tão diferente dos outros da sua espécie, se viu forçado a deixar para trás tudo o que conhecia. Mas Menzoberranzan não esquece e, enquanto Drizzt luta com os seus próprios dilemas, também a sua própria família se prepara para o perseguir. É que as suas acções levaram a que os Do'Urden caíssem em desgraça aos olhos da deusa... e só a morte pode reparar esse dano.

Longe, em grande parte, do cenário apresentado no primeiro volume desta trilogia, há, ao longo da narrativa, bastante de novo para descobrir. Menzoberranzan e, particularmente, Malice Do'Urden continuam a ter um papel determinante no rumo de toda a história, mas, mais que a perseguição e a Drizzt e as consequências de um possível fracasso, é o percurso do próprio Drizzt o que mais marca neste livro. De uma solidão cada vez (...)

Para seguir no blogue As Leituras do Corvo

publicado por saidaemergencia às 12:29

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