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Out 11

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Escrito como uma história algo macabra de encantar, O Ladrão da Eternidade foi, para mim, uma estreia bastante aprazível no estilo único e peculiar de Clive Barker e que, em última análise, deixou um gostinho bem apetecível por querer descobrir mais sobre o autor e a sua respectiva obra.
Dotado de personagens, embora jovens, incrivelmente reais, cenários legítimos de um sonho de menino e um enredo simples mas que, no fundo, alberga muito mais que uma mera fábula, este é um livro que não só se devora à velocidade da luz como, no final, deixa vontade para uma nova leitura.

Harvey Swick é um comum menino de dez anos que, ultimamente, tem vindo a encarar os seus dias com uma certa e desagradável monotonia. Como que ouvindo os seus longos suspiros e pensamentos longínquos, Rictus, um homem estranho de sorriso contagiante, entra-lhe a voar no quarto com uma proposta que dificilmente Harvey conseguirá recusar - aparentemente, ele foi um dos seleccionados para ingressar na Casa de Férias, uma mansão divinal ondas as crianças se limitam a passar o tempo entre (...)

Para seguir no blogue Pedacinho Literário.

publicado por saidaemergencia às 10:53

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