27
Jan 12

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A Muralha de Gelo é daqueles livros que nos conquista. Se havia qualquer dúvida do potencial desta série no primeiro volume, este tira-nos qualquer dúvida. Estamos possivelmente perante uma das melhores séries de sempre de fantasia épica. George R.R. Martin mostrou-se como um mestre do suspense e do mistério que nos prendem da primeira à última página.

Os Sete Reinos estão num caos. Conspirações atrás de conspirações e ninguém acaba por ser de confiança. Eddard Stark sempre foi um homem de honra, talvez o mais honrado dos sete reinos, mas à sua volta só lhe dizem que é essa honra que lhe vai trazer a morte à sua porta. Sem dúvida uma grande personagem criada pelo autor.

Enquanto a corte anda numa confusão de mentiras e traições, é Robb, o herdeiro de Ned, que se vê obrigado a crescer mais cedo do que esperava e, quando dá por ele, lidera centenas de homens para a guerra contra os Lanister. Sem dúvida foi a personagem revelação deste volume e gostei bastante do que George Martin fez com ele.

Os Lannister são uma praga. E parece que quanto mais tentamos que eles desapareçam da nossa vista, mais eles fazem por valer a sua presença. No entanto penso que várias surpresas nos esperam em relação a alguns deles. Tyrion continua um autêntico mistério e o que o move... Ninguém sabe!

Entretanto Jon Snow, uma das minhas personagens favoritas, vê-se confrontado com uma nova ameaça dentro das muralhas que jurou defender. Será que (...)


Para seguir no blogue Morrighan.

publicado por saidaemergencia às 12:25
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24
Jan 12

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"Quando, há quatro anos, me deparei inadvertidamente com uma revista antiga cujo logótipo ostentava uma ave em pleno voo enquadrada no título Falcão Lusitano, estava longe de imaginar o longo percurso de arqueologia literária que então se iniciou. Um percurso que iria revelar pormenores pouco conhecidos sobre a história de Portugal no século XX, sobre autores e histórias e publicações que, talvez por pertencerem a um género popular e de consumo rápido, raramente sobem à ribalta da memória cultural e acabam por sucumbir, fossilizados, ante o peso das obras que dedicamos mais atenção.

É esta a viagem que a presente obra propõe realizar - uma viagem que nos leva a conhecer a história secreta, por assim dizer, da dicção popular portuguesa."

Tão secreta que nunca existiu sequer e tudo não passou de uma brincadeira, inteligente e bem elaborada, que teve na sua origem um concurso organizado há quatro anos, para a Saída de Emergência (responsável pela presente edição). O principal intuito era o de elogiar e evocar o espírito da literatura pulp. O espírito manteve-se, mas Luís Filipe Silva com a cumplicidade Luís Corte Real, editor e designer da Saída de Emergência, decidiu reescrever a história da pulp fiction portuguesa. O resultado é uma das melhores obras publicadas pela Saída de Emergência.

Luís Filipe Silva não só ficcionou a história da pulp fiction portuguesa, como também escreveu as biografias dos autores cujos trabalhos compõem a (...)

Para seguir no blogue Bela Lugosi is Dead.

publicado por saidaemergencia às 16:34
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Do amor romântico e do amor destrutivo. Do amor terno e do amor obsessivo. Do amor que fascina, do amor que dói, do amor que domina e do que apela à submissão. De todas estas e de muitas mais formas de amar tratam os poemas que constituem este livro que, breve nas suas dimensões, tem todo um mundo de formas, de imagens - e de emoções, claro - para explorar.
Há, na poesia de João Negreiros, uma voz muito própria. A forma como jogos de palavras se insinuam, as imagens normais que se cruzam com possibilidades que, porque improváveis, imediatamente se projectam na memória e a forma como o sentimento se apresenta, desde a simplicidade de uma palavra terna à complexidade que percorre toda uma vida em alguns versos, fazem de cada poema todo um mundo a descobrir. Há sentidos imediatos e significados que se insinuam aos poucos. Há uma vastidão de (...)

Para seguir no blogue As Leituras do Corvo.

publicado por saidaemergencia às 15:31
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23
Jan 12



Temos 20 exemplares de Os Reinos do Caos, para oferecer. A mecânica é comprem 2 livros na nossa página e levem a novidade de George R. R. Martin grátis.

Não perca esta oportunidade!!

publicado por saidaemergencia às 12:08
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12
Jan 12

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É com muito gosto que vos apresento a segunda entrevista feita ao David Soares para o blog Morrighan. Desde que o entrevistei pela última vez, muito já se passou e há pouco tempo o autor anunciou que tinha um novo projecto em mãos. Fiquemos então com o balanço dos últimos dois anos de David Soares e com algumas pistas para o que o futuro nos espera em relação ao mesmo. (Podem ler a primeira entrevista AQUI)

1 - Já passaram quase dois anos quando deste a primeira entrevista ao blog Morrighan. Entretanto fizeste mais algumas publicações, incluindo um álbum de BD. Decorreu bastante tempo desde que editaste Banda Desenhada em Portugal pela última vez. Que feedback tens tido do "É de Noite que Faço as Perguntas"?

Desde a entrevista anterior escrevi "A Luz Miserável", um livro de contos, "Batalha", um romance, e "É de Noite Que Faço as Perguntas" e "O Pequeno Deus Cego", dois álbuns de banda desenhada. Todos tiveram excelentes críticas, o que consiste para mim uma grande alegria.
O álbum "É de Noite Que Faço as Perguntas" tem surpreendido quem acreditava ser impossível escrever uma historia autoral e pertinente sob convite institucional: ora, eu como não sabia que era impossível, meti mãos-à-obra e fi-lo. À superfície é uma ficção passada no período da primeira república portuguesa, mas observado por outro ponto de vista percebe-se que também é um libelo anti-autoritário. É o meu contributo de bom republicanismo para alumiar este tempo autoritário em que vivemos, no qual a Hungria vive uma Primavera fascista e a Bielorrússia já "nacionalizou" a Internet.
Pode achar-se que a distância geográfica e cultural que separa a (...)

Para seguir no blogue Morrighan.

publicado por saidaemergencia às 10:54
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George R.R. Martin sold his first story in 1971 and has been writing professionally since then. He spent ten years in Hollywood as a writer-producer, working on The Twilight Zone, Beauty and the Beast, and various feature films and television pilots that were never made. In the mid '90s he returned to prose, his first love, and began work on his epic fantasy series, A Song of Ice and Fire. He has been in the Seven Kingdoms ever since.

George R.R. Martin: It has long been my contention that the historical novel and the epic fantasy are sisters under the skin, that the two genres have much in common. My series owes a lot to the work of J.R.R. Tolkien and the other great fantasists who came before me, but I've also read and enjoyed the work of historical novelists. Who were your own influences? Was historical fiction always your great passion? Did you ever read fantasy?

Bernard Cornwell: You're right--fantasy and historical novels are twins--and I've never been fond of the label 'fantasy' which is too broad a brush and has a fey quality. It seems to me you write historical novels in an invented world which is grounded in historical reality (if the books are set in the future then 'fantasy' magically becomes sci-fi). So I've been influenced by all three: fantasy, sci-fi and historical novels, though the largest influence has to be C.S. Forester's Hornblower books.

Martin: A familiar theme in a lot of epic fantasy is the conflict between good and evil. The villains are often Dark Lords of various ilks, with demonic henchmen and hordes of twisted, malformed underlings clad in black. The heroes are noble, brave, chaste, and very fair to look upon. Yes, Tolkien made something grand and glorious from (...)

Para seguir em Amazon.com.

publicado por saidaemergencia às 10:27
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09
Jan 12

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Sempre que se aproximava a época de Natal, Nathan Hurst era assombrado pelas recordações trágicas do passado. Ao contrário do resto do mundo, Nathan não sentia alegria, apenas se recordava de um trágico acontecimento da sua infância que destruiu a sua família, um acontecimento que mudou para sempre a sua vida. Passou a ser perseguido pela culpa e nunca mais encontrou paz no seu coração. Mas, num dia normal de trabalho, o seu voo é cancelado, devido a uma tempestade de neve e é no aeroporto que a sua vida irá mudar por completo. Encontra por acaso Addison, uma jovem mãe com dois filhos, Elizabeth e Collin, e acaba por os ajudar a enfrentar o cansaço da espera, partilhando com eles o conforto do hotel onde fica hospedado. Uma acção simples que virá a ter muito mais significado do que imaginou. Nessa mesma noite, é curado por Collin, um rapaz de nove anos, frágil e simpático, mas com um dom único e especial. A partir desse encontro, a sua vida e o seu coração descobriram o caminho para o amor e o (...)

Para seguir no blogue Segredo dos Livros.

publicado por saidaemergencia às 16:43
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05
Jan 12

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publicado por saidaemergencia às 11:43
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02
Jan 12

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Cada vez mais se justifica o título de rainha do paranormal de Sherrilyn Kenyon. A cada livro que passa consegue sempre surpreender-nos e trazer-nos uma nova história original repleta de emoção.

Em Pecados na Noite conhecemos Alexion, o braço direiro de Acheron, que se vê deparado com a missão de julgar os Predadores da Noite que conspiram contra Acheron. Mas depois de tanto tempo afastado de qualquer contacto humano, Alexion não tem problemas em discernir sem sentimentalismos quem é que tem boas intenções dos que não têm, sendo implacável nos seus juízos. Sempre que vai numa missão entre os humanos, Acheron costuma instalá-lo na casa de um predador da noite. Desta vez Alexion é colocado na casa de Danger, uma predadora da noite, que o recebe cheia de (...).

Para seguir no blogue Morrighan.

publicado por saidaemergencia às 17:16
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29
Dez 11

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Após acabar o 5º livro (primeiro volume do 3º livro na versão original) comecei este cheio de expectativas visto que Martin tem deixado sempre o melhor para o fim. Mas conseguiria este 6º livro ser melhor que o anterior? Conseguiria ser tão bem construído e consistente? A resposta é "sim".

Martin consegue neste livro um efeito em mim que não esperava alcançar a meio de uma saga, porque se este é o fim do 3º livro e possivelmente serão 7, então ainda nem a meio vou! Mas já voltamos a este assunto, primeiro vamos ao porquê de o livro ser realmente tão bom, e o preferido da grande maioria das pessoas que lê esta saga.

Na minha opinião, até ao livro anterior, esta saga tinha sido sobre personagens. Apesar de a história ser muito boa, o que marcava a diferença eram as personagens, tudo o que engloba as suas personalidades, a "profundidade" que Martin alcançara. É isso que eu mais recordo, alguns pensamentos, algumas decisões, é isso o tema de conversa com os meus amigos. Mas, neste livro é diferente. A qualidade das personagens mantem-se, Martin já mostrou que não deverá falhar nesse aspecto, mas a história apesar de muito boa, era quase secundária em qualidade, tal é realmente a qualidade das personagens. Agora a história eleva-se a um novo patamar, destruindo, em muitos casos, aquilo que fomos construindo na nossa mente nos livros anteriores. Martin volta a arriscar, volta a surpreender e neste momento a questão é se irá parar, ou se um dia eu irei ler as suas páginas e pensar "isto foi (...)

Para seguir no blogue Ler y Criticar.

publicado por saidaemergencia às 17:44
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